Este espaço é nosso!


Este espaço tem o objetivo de contribuir com a educação num todo; para aqueles que acreditam que não podemos fragmentar o sujeito para aquisição de conhecimentos e nem isolar a tarefa e a responsabilidade dentro da escola. É dever de todos nós ajudar e criar variados caminhos para vencer os obstáculos e abrir novas fronteiras em busca de formas, para ajudar na formação de mundo melhor para nossas crianças.
Conto com você!! Beijos, Marcia Simões


"Daqui a cinco anos você estará bem próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por duas coisas: os livros que ler e as pessoas de quem se aproximar". (Charles Jones)

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Xixi na Cama


Por volta dos dois anos de idade a criança aprende a controlar a urina, mas durante o sono esse controle pode tornar-se mais difícil.

Porém, cada criança tem o seu ritmo de desenvolvimento, devendo ser respeitada dentro de suas limitações.

Evitar que a criança tome grandes quantidades de líquidos após as dezenove horas e levá-la ao banheiro antes de dormir pode ajudá-la a não fazer xixi na cama.

Normalmente, as crianças sonham que estão indo ao banheiro, como numa cena real, e por isso fazem xixi na cama. Quando acordam, já estão totalmente molhadas.

Mas além desses, existem outros fatores, como os emocionais, que podem se tornar hábitos na vida noturna da criança difíceis de serem superados.

Os pais devem observar se a criança não está passando por algum problema na escola, se não está se sentindo pressionada, com medo, insegura ou tensa, pois estas são causas de manifestação de insegurança que podem ser manifestas com o xixi na cama.

Na escola, as causas podem advir de mudanças repentinas de professores, mudança de turma ou série escolar, conflitos entre professor/aluno ou aluno/aluno, notas baixas, dentre outros, que podem ser amenizados quando os pais demonstram interesse, indo à escola para esclarecer e resolver a situação.

Já em casa, os problemas podem aparecer devido a controvérsias entre o casal, levando à discussões e brigas perto da criança ou da própria reação dos pais diante do xixi na cama – alguns pais agridem o filho com palavras e fisicamente – o que acentua ainda mais o problema.

Além disso, nos casos em que a criança ficar com babás ou empregadas, tentar descobrir através de diálogos as coisas que elas fazem juntas, como as funcionárias a tratam, se gritam, põem de castigo ou batem. Conversar com os vizinhos é uma boa forma de conseguir algumas dessas informações.

Se o problema persistir, o melhor é conversar com o pediatra da criança, para fazer uma avaliação de possíveis problemas de bexiga ou outra causa física.

Por Jussara de Barros/Graduada em Pedagogia/Equipe Brasil Escola

Afetividade entre Pais e Filhos

A afetividade entre pais e filhos é coisa que cresce ao longo do tempo, através do envolvimento que ambos vão tendo no cotidiano de suas vidas.

Com a vida moderna, a correria do nosso cotidiano, como o excesso de trabalho, faz com que as relações entre pais e filhos se estreitem cada vez mais. Mas isso não é problema quando há qualidade nos momentos em que estão juntos.

Algumas atitudes podem auxiliar na formação de um bom vínculo afetivo, nos mais simples e diversos fatos do dia-a-dia.

Todos os dias, ao chegar do trabalho, os pais devem buscar os filhos, tentando mostrar para eles que mesmo não estando presente o tempo todo, se preocupam com as coisas de suas vidas. É importante que conversem, trocando informações de como foi o dia de cada um, o que sentiram ao ficarem afastados, como transcorreram as coisas, etc.

Ouvir é uma atitude importante para quem quer demonstrar atenção, bem como conversar olhando nos olhos dos outros. É comum acharmos que conhecemos tudo dos filhos, das suas vidas, mas interrompê-los numa conversa é uma atitude que os deixa chateados. Por isso, nos dedicarmos a esses momentos é uma forma de comprovar atenção e carinho.


É importante acompanhar as tarefas escolares

Demonstrar interesse por suas atividades escolares também é uma forma de aproximação. Os pais devem manter esse tipo de diálogo todos os dias para que os filhos sintam-se amparados, seguros de que alguém se preocupa com eles.

Com as modernidades do mundo high tech fica fácil participar da vida dos filhos, mesmo estando longe por alguns períodos. Uma ligação de surpresa, para saber se está tudo bem, os deixará muito feliz. Mensagens de celular também é uma maneira de manifestar preocupação e cuidado, porém, os excessos podem fazer com que os filhos sintam-se vigiados.

Valorizar as qualidades dos mesmos também ajuda muito nas relações afetivas. A criança ou jovem que recebe elogios tem sua auto-estima elevada, sentem-se mais capacitados e seguros para realizar suas atividades.


Família reunida no preparo da refeição

Compartilhar as atividades domésticas também é uma boa forma de manter os laços entre pais e filhos. Os pais poderão pedir que estes ajudem ou que fiquem por perto para irem conversando enquanto trabalham. Momentos na cozinha reforçam as relações entre todos os familiares. À mesa, poderão compartilhar ótimos momentos de prazer, com conversas muito agradáveis e produtivas.

O importante é que os pais consigam demonstrar o quanto amam os filhos, mesmo não estando perto deles por todo tempo e, nos finais de semana, aproveitar para compensar essa ausência (,) programando diversões em que possam ficar juntos.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola